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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Encerramento das atividades do Postinjoy e blogs correlacionados.

Olá,
Queridos amigos,
Reverências,
Muito Obrigado.

Meu nome é Ariovaldo Adriano Ribeiro. Sou adepto da Seicho-No-Ie há 30 anos.
Criei este blog na internet, requerendo oficialmente a função de “Preletor Internet” com a finalidade de divulgar a Verdade pregada pela Seicho-No-Ie.

Comunico a todos que no dia 30/09/2016 a Sede Internacional encerrou as atividades da Rede Social Postinjoy bem com os blogs relacionados a ele.

Sendo assim venho comunicar a todos, que este blog não está mais vinculado a função de “Preletor Internet”.

Ele sempre foi usado para publicar minhas reflexões e dúvidas dos leitores.
Agradeço esta oportunidade, e sigo compartilhando meus pensamentos.

Se você curte minhas postagens pode me acompanhar também em outros canais:

Twitter: @CoachAriovaldo


Bom vale lembrar que, sou responsável pelo teor e pelos comentários constantes nesta página. Favor observar que eu não represento a Seicho-No-Ie e meus comentários não representam as opiniões da Seicho-No-Ie. São reflexões de meus estudos e leituras dos livros da Seicho-No-Ie. Em caso de alguma dúvida, por favor, me contatar.  

Que bom ter você aqui.
Nos vemos do outro lado.
O céu é o limite.
Ariovaldo Ribeiro


domingo, 17 de julho de 2016

"O valioso tempo dos maduros"

“Contei meus anos  e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.

Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo
que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para conversas intermináveis,
para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.

Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturas.

Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.
As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos.

Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha  alma tem pressa.

Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade.

O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!"

Mário de Andrade

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Palestra on line no CONASAI



Olá Pessoal, 

Não perca neste domingo dia 29/11 às 10h com o tema: Como construir relacionamentos saudáveis: trabalho, família e afetividade minha participação no CONASAI - Congresso Nacional de Saúde Integral. Inscreva-se e participe. 

Abraços 
Ariovaldo Adriano Ribeiro
(horário de Brasília)


http://conasai.com.br/congresso-nacional-de-saude-integral/

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

CONARE - Congresso Nacional de Relacionamento Conjugal


Olá
Queridos amigos,

Estou participando do CONARE e quero lhe convidar para assistir as palestras gratuitamente.
Basta clicar no link e se cadastrar.

http://edigital.klickpages.com.br/ariovaldo

Se inscreva e divulgue para os amigos...

No congresso, estarão especialistas de diversas áreas (terapeutas, psicólogos, psicoterapeutas, terapeutas sexuais e conselheiros de casal) para trazer até você as melhores palestras com as estratégias de ouro para que você possa turbinar, melhorar e trazer ao seu Relacionamento o prazer da Vida Conjugal.

Diversos casais têm passado por crises que de forma geral se repetem com outros casais. Pensando nisto, contamos com a ajuda de especialistas que com sua experiência no tratamento dessas crises, nos trazem diversas abordagens que ajudam a diagnosticar a raíz dos problemas e principalmente, sanar e corrigir.

São abordados diversos assuntos relacionados ao tema:
Como ter e Manter o Relacionamento 
Cuidados com a família
Como lidar com a infidelidade
Autoestima nos Relacionamento
Conciliar Relacionamentos, Vida Profissional, Família e Afetividade
Psicologia do Amor Duradouro
Crises Conjugais
Conselhos Práticos para casais de todas idades
E muito mais!

Existem casais também que querem melhorar ou sair da rotina de seus relacionamentos, e neste evento virtual, diversos especialistas trazem estratégias e segredos que vão te ajudar a turbinar seu relacionamento.

Enfim, O objetivo central do congresso é melhorar a vida dos casais e reestabelecer o prazer da vida a dois!

Muito Obrigado,
Ariovaldo Adriano Ribeiro

terça-feira, 22 de julho de 2014

Chega ao Brasil uma das maiores autoridades espirituais da atualidade.



Hoje chegou ao Brasil o Supremo-Presidente Prof. Masanobu Taniguchi e sua Suprema Presidente da Associação Pomba Branca da Seicho-No-Ie Profª Junko Taniguchi, que vêm do Japão e orientam o Grande Seminário da Seicho-No-Ie, no dia 3 de agosto, em São Paulo.

O Professor Masanobu Taniguchi está entre os Líderes espirituais mais influentes da atualidade. Sua cosmo visão de mundo traz importantes e práticos ensinamentos para a  a atualidade.

Principal expoente e defensor da Paz Mundial pela Fé e Harmonia com a Natureza, estará realizando uma Grande Conferência pública em São Paulo no dia 03 de Agosto no Ginásio do Ibirapuera.

Simplesmente imperdível.

Para mais informações visite o site: www.sni.org.br

Nos vemos lá!

Sejam bem-vindos ao Brasil Professores!!

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Compartilhando um Sonho...

Olá
Meus amigos,


Reverências,
Muito Obrigado,

Com os olhos marejados, num misto de saudade alegria  e muita gratidão venho compartilhar a concretização de um sonho.

Conheci a Seicho-No-Ie com quatorze anos com muitos conflitos e problemas aos dezoito já prestava exame para Líder da Iluminação e a vinte e oito anos auto como dirigente na organização.

Pautei a minha vida dentro do Ensinamento da Seicho-No-Ie e não consigo separar minha trajetória, uma vez que a Verdade e, as praticas, sempre estiveram presentes na minha caminhada.

Tive a oportunidade de exercer diversas funções no movimento em Rondônia iniciei como secretario da Fraternidade logo depois assumi o compromisso de reativar o movimento Jovem da Regional de Cacoal onde por felicidade pude atuar como Presidente Regional. Na época graças ao apoio de todos e aos amigos que abraçaram este ideal fundamos onze associações locais. Logo depois me mudei para Manaus, atuei como tesoureiro, secretario, presidente de AL, Presidente Regional da AJSI, Vice-Presidente dos Preletores até que recebi o convite para trabalhar na Sede Central e me dedicar ao movimento como funcionário da Seicho-No-Ie.

Nunca tive esse sonho, embora sempre desejei morar em uma grande Cidade. Na época que recebi o convite estava amadurecendo um ideal de ir morar fora, uma amiga-irmã que vive em Londres até hoje estava de mudança e eu num ajuste de planejamento de me juntar a ela.

Quando recebi o convite, foi um susto e também uma alegria. Conversei com amigos, família, e como tinha recebido tanto da Seicho-No-Ie aceite dedicar-me durante três  anos na gestão do Presidente da AJSI que me fez o convite: Prof. Enio Maçaki Hara.

Um projeto de três anos, aceitei claro com um salário três vezes menor do que ganhava em Manaus, mas com tanta gratidão que nada disso importava e sabia que quando uma pessoa trabalhar para Deus, Deus trabalha para ele.

E foi assim, vivi muitas alegrias e relatos neste período todo e cresci como nunca nestes quatorze anos.

Entretanto no meu projeto de Vida, sempre mantive o ideal de abrir um negócio e voltar a ser voluntário.

Gosto tanto do que faço na Sede Central que os anos passaram e nem percebi.
Na Associação dos Jovens tive a felicidade de ser padrinho primeiro do Sudeste, depois Centro-Norte, Nordeste, onde fui morar por seis meses em Salvador me dedicando por lá, depois fui padrinho do interior de São Paulo e por último da Capital.

Só não fui padrinho da região Sul, mas lá estive em muitas atividades.

Conheci líderes fantásticos, fiz amigos, cresci troquei experiências foram anos de aprendizados.

Porém todo ano em meu projeto de vida reafirmava o compromisso de voltar a ser voluntário, e atuar na Regional novamente.

Já fazem mais ou menos uns cinco anos, que percebi que para concretizar esse sonho eu deveria me preparar para tal.

Sou Técnico Contábil, antes de vir para a Sede Central já tinha atuado como empresário num negócio que fracassou. Foi neste fracasso que perdoei meu Pai e que minha vida novamente teve outro rumo.  O fracasso sempre é a estrada para o sucesso.

Antes de empreender eu trabalhava na área financeira como subgerente de uma concessionária de veículos em Rondônia.

Tentei trabalhar como vendedor, mas foi para área financeira que voltei quando as coisas não deram certo. 

Depois que comecei a trabalhar na Sede, percebi que fiquei tão distante da minha área de atuação que precisava para voltar ao mercado me preparar.

E fazem mais ou menos uns 05 anos que voltei a estudar, e não parei mais.

Cursei Marketing pela Metodista de São Paulo, num curso EAD, depois Psicologia Multifocal uma Pós-Graduação, uma infinidade de cursos na área de empreendedorismo e assim segui. Orando sempre para que Deus pudesse me mostrar como ter uma segunda renda, e também se deveria seguir como funcionário ou voltar a ser voluntário.

Para me auxiliar neste processo fui para um terapia. Não deu certo, três meses depois eu estava orientando meu terapeuta.  Foi neste momento que por indicação de amigos cheguei ao Coach.

Passei por um processo de três meses, e o Coach por trabalhar com a Psicologia Positiva se assemelha muito com os ensinamentos da Seicho-No-Ie e fui me encantando.

E minha Coach vendo que meu objetivo é ser empreendedor e montar uma franquia e também ter outros trabalhos uma vez que está na base das minhas competências ser multitarefa me indicou o
curso.

Sou estudioso da mente humana à vinte e oito anos. Me considero um eterno aprendiz da arte da vida, do ser, do amar e do viver.

Pratico além da Meditação Shinsokan a Meditação Transcendental, já fiz vários Cursos Holísticos,  retiros Budistas de Meditação, Cursos Budistas, passei por Sebrae, Endevor e sempre venho me aperfeiçoando. Nunca parei de estudar.

E aos poucos percebi que além da franquia também posso atuar como Coach.

Hoje sou Master Coach membro da Sociedade Brasileira de Coaching, caminhando para concluir um
MBA. Estou concluindo uma especialização na Academia do Especialista com o Paulo Soares que está fantástico.

Há mais de um ano e meio, venho prestando uma consultoria em Coach de Carreira na EXGV – Associação dos Ex-Alunos da GV, uma vez por semana no dia de minha folga na Sede Central.

Também já fazem 02 anos que presto uma consultoria na Saladicasa comida Afetiva, com palestras e worshops para autoconfiança.

Desenvolvo uma consultoria e atendimento como COACH na Insight Internacional uma empresa de recrutamento e Seleção.

E tudo foi acontecendo que quando vi, estava pronto para concretizar meu sonho de voltar a ser voluntário.

Foi uma decisão muito difícil.

Estou fazendo uma transição suave e  meu ultimo dia de trabalho na Sede Central como funcionário será o dia 31/07.

Foram anos de estudos, orientações terapias até que cheguei ao COACH  e percebi que estava diante de um processo fantástico para alinhar a vida.

E a cinco anos venho me especializando aplicando em minha trajetória e  agora quero como missão de Vida auxiliar todos aqueles que buscam melhorias.

Assim fundei a A2R Coach e Consultoria.

A ao quadrado acrescido de R que é igual a: Ariovaldo Adriano Ribeiro.


E que também é: Amor e Respeito, acolhimento e responsabilidade, ação e resultados.

E mantenho como lema: excelência em resultados.

Assim além da franquia que em breve estarei inaugurando vou atuar também como Personal Coach. 

Meu sentimento neste momento é de profunda gratidão.

Compartilho neste momento com todos este sonho. E agradeço aos inúmeros amigos que fiz na Sede Central e em todas as regionais por onde passei e também nos países onde tive a oportunidade de me dedicar como Aspirante a Preletor da Sede Internacional.

Deixando de ser funcionário volto para minha graduação de Sênior, e vamos lá em frente me dedicar pra logo poder fazer a prova para Master.

Neste um pouco mais de trinta dias, estarei comendo, respirando e transbordando somente gratidão pela benção que recebi de ter tido essa permissão de Deus para atuar como funcionário da Seicho-No-Ie.

Gratidão ad eterna.

Conto com a oração e a benção dos amigos para seguir numa trajetória de sucesso.

Minhas reverências.
Abraços com muito amor.
Ariovaldo Adriano Ribeiro.
foto capa by Carlos Peterlink

terça-feira, 10 de junho de 2014

Relacionamentos Multidiciplinares

Sou Especialista em Coach para Relacionamentos Multidisciplinares



Sua vida é composta de 03 grandes partes, e cada uma delas afeta as outras.  Quando compreende o papel de cada parte sua composição mental e como elas operam você consegue ressignifar a sua vida

Viver com equilíbrio, qualidade de vida e menos estresses.



Coach para trabalho, família e Vida Afetiva.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Quaresma: Jejum das negatividades.

Ontem minha amiga Cida compartilhou no Facebook que está aproveitando o período da “quaresma”
para realizar um Jejum cortando carboidratos, refrigerantes e afins.  Depois meu amigo Flávio compartilhou um link da Canção Nova com outras ideias de Jejum. Na verdade penso serem as orientações da Igreja Católica para este período.

Assim inspirado nestes pots fiquei pensando que será muito produtivo aproveitar este tempo para realizar um jejum. Como estou em processo de readaptação alimentar por conta do método Dukan  que estou seguindo desde novembro/13, optei por realizar um Jejum um pouco diferente envolto em muita pratica oração e votos que são características da quaresma.

A única lembrança que tenho da quaresma era de minha Avó Zelinda na infância nos alertando para não dançar, e não exagerar nas brincadeiras, fora isso não sei mais nada.

No site www.significados.com encontrei que Quaresma é a designação do período de quarenta dias que antecedem a principal celebração do cristianismo: a ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no domingo de Páscoa, praticada desde o século IV e é uma palavra que vem do latim.

A Quaresma começa na quarta-feira de cinzas e termina na quinta-feira da Semana Santa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual e onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar seu espírito.

Muitas pessoas se perguntam sobre o porquê da Quaresma ser um período de 40 dias. Na Bíblia, o número quarenta é bastante comum: 40 dias de dilúvio, quarenta anos do povo de Deus no deserto, quarenta dias de Elias e Moisés na montanha, 40 dias de Jesus no deserto antes de começar o seu ministério, 400 anos de opressão do povo de Deus pelos egipcíos, etc.

Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d.C. a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias e foi assim que surgiu a Quaresma.

Na Seicho-No-Ie não me lembro de ter encontrado em nenhum lugar de sua vasta literatura referencia ao tema. Também não adotamos essa pratica embora a gente celebre muitas das datas cristas com conferências especiais e palestras alusivas.

Há dias venho refletindo como é curioso o fato de não preservamos o que temos de mais precioso que são os nossos pensamentos.

O ser humano constrói belas casas e nela instala os mais complexos e atualizados sistema de proteção de modo a evitar que venham e roubem seus bens preciosos.  Blindam seus carros, adotam seguros pessoais para salvaguardar a família. Tudo muito pertinente, aliás, para os dias atuais onde a sociedade vive uma inversão de valores onde seres humanos são descartados como objetos quando não atendem as necessidades destes que vivem como que cegos pela ambição e perdidos na marginalidade.

Todo dia alguém lança um vírus novo na rede, e lá vamos nós atrás de atualizar o antivírus, e tomar medidas e procedimentos cada vez mais rigorosos para sempre salvaguardar os programas e as informações contidas em nossos bilhões de aparatos que nos conectam com um mundo de informações.

Algumas pessoas vivem tão obcecadas em não permitir que nenhum vírus invadam seus eletrônicos que chegam a realizar procedimentos de antivírus com diferentes mecanismos todos os dias.

E a Mente?

Todo dia vírus e vírus invadem a nossa mente, e são armazenados em nosso subconsciente.

E ninguém está se dando conta disso. São filmes, novelas, propagandas que alastram as negatividades tomadas como que normais e corriqueiras. São os pessimistas de plantão, os líderes de atitude duvidosas que nos fazem descrer na possibilidade real de viver aqui agora um mundo de confraternização e humanidade.

Propagandas alusivas as mais diversas enfermidades que assolam a humanidade se instalam na nossa mente e nos paralisa a menor caída de nosso tônus, o medo é uma constante hoje na vida de muitas pessoas.

Vivemos como que obcecados para proteger o mundo externo e o nosso interno está deteriorado por mágoas e todo tipo de miséria psíquica.

No solo fértil da nossa mente estão sendo cultivadas muitas ervas daninha que rapidamente se alastram e paralisam as nossas ações.  Quando você se dá conta não sabe mais onde está a autoconfiança, a segurança e não existe mais nenhuma certeza.

Muitas são as crenças limitantes que nos impedem de manifestar nossa capacidade.

Nessa quaresma meu jejum será o de não permitir que essas negatividades invadam a minha mente.

Para isso vou treinar, de modo a vigiar os meus pensamentos, e ao menor sinal de ataque destes ‘vírus’ vou adotar um antivírus.

Como isso irá funcionar na prática?

Vou utilizar a técnica do D.C. D da Psicologia Multifocal, que consiste em: duvidar – criticar consciente – e, determinar. Usando a pérola da filosofia: a arte de duvidar; a pérola da psicologia: a arte da crítica; a pérola da área de recursos humanos, que é a arte da determinação. Deve-se prestar atenção a menor invasão de um pensamento limitante e já combater esse pensamento.

Vou tentar um exemplo para ficar mais didático: - Primeiramente, pergunte-se, o que te incomoda, pode ser: sentimento emoção, trauma, conflito interno, angústia, stress, lembrança, ideias dramáticas, ideia tola, humor triste, conflito social, medo, pânico, ideias negativas, ansiedade, depressão, fadiga, dor, insegurança, choro, decepção, perda, raiva, nojo, vergonha, mágoa, rejeição, crise, teimosia, atitudes negativa das pessoas, mente negativa, insegurança, etc.,

Em seguida, dissocie-se desta experiência, como quem a observa de longe com o máximo de detalhes.

Um atenuador deste incômodo agora é imaginar o que você deseja sentir realmente, pode ser: alegria, felicidade, autoestima, segurança, tranquilidade, fé, paz, coragem, prazeres, satisfação, autoliderança, autoconfiança, qualidade de vida, próspero, seguro, animado, cheio de vitalidade etc.,  

Para reforçar este estado de recursos, pare e pense: recorde ou crie uma experiência que te traz os sentimentos que você deseja. Reserve alguns minutos para isso, sinta o que você sente, veja o que você vê e ouça o que você ouve.

Repense a situação ou experiência que te incomoda e use a técnica do DCD (duvidar, criticar, determinar). Veja o exemplo, com uma ideia que insiste em te incomodar, afirme:

Essa ideia não tem fundamento! (Dúvida)
Deixarei de ser algemado por ela! (Crítica)
Determino ser livre e reconstruir minha história! (Determinação)

Agora antes do pensamento se instalar na mente, aplique a técnica. Assim o “vigiar e orar” estará presente nesta quaresma de modo ininterrupto.

E para acelerar esse processo vou realizar a pratica de gratidão, serão 10.000 vezes por dia, durante os 39 dias que restam e também vou ler neste período vinte vezes o livro: A Humanidade é Isenta de Pecado de autoria do fundador da Seicho-No-Ie Masaharu Taniguchi.

Bem estas são as praticas anexas para este período.

Esse serão meus jejuns – não pensar – não falar – não vibrar no negativo. E voltar a mente para o estudo da Verdade e para a pratica da gratidão.

Na Páscoa pretendo compartilhar o aprendizado.

Minhas reverências,
Ariovaldo Adriano Ribeiro
foto by Ariovaldo Ribeiro 

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Sobre meninos e cisnes.


Olá amigos,
Vale a pena ler este texto. Recebi de uma amiga e também vou compartilhar. É verdade, são muitos os momentos em que criamos rótulos pela ineficiência do conviver com as diferenças. Dentro de nós existe uma infinidade de coias boas. Devemos porém lembrar que o ser humano possui mente, e, trabalhando a mente usando o poder da mente a identidade original do ser humano passará a brotar vigorosamente.
É o que nos relata essa experiencia.
Delicie-se e, e veja que pequenas mudanças trazem grandes resultados.
reverências,
Ariovaldo Ribeiro.
Sobre meninos e cisnes.
Por Ligia Moreiras Sena, do blog Cientista Que Virou Mãe  - atualizada em 21/05/2013 10h10
Menino era aquele bebê risonho e simpático que se interessava por todo tipo de estímulo. Da borboleta voando ao redor da lâmpada à buzina dos carros, tudo despertava sua curiosidade. De olhos vívidos, atentos ao menor sinal de movimento e atividade, Menino amava a natureza e os animais. Logo estreou, sem o auxílio de ninguém e sem ensaios, seus primeiros passos, substituindo a fase do engatinhar por passos seguros e firmes. Caía inúmeras vezes e levantava-se de todas como se nada fosse, pronto que estava para explorar o mundo, esse mundo fantástico que o encantava. Rápido aprendeu a falar. Logo transformou movimentos descoordenados em firmeza muscular e precisão de movimentos, para desespero de sua mãe que, muito antes que o esperado, precisava correr para tirá-lo de um parapeito ou de cima da mesa da cozinha ensaiando um emocionante voo em direção a uma cara esfolada no chão.


Menino prodígio. Menino precoce. Menino de ouro. Orgulho de toda a família, interessado e curioso por quase tudo. Não tudo. Coisinhas entediantes e monótonas? Não eram com ele. Seu desinteresse logo transformava-se em correria, reclamações e muito choro. A agitação o encantava, a intensidade era sua marca. Menino era demais! Mas, embora desse alegrias e orgulhos sem fim, consumia toda a energia da família. Era a alegria da casa. Mas também sua falta de sossego...


Então, Menino foi para a escola pela primeira vez. A família precisava de um descanso, estavam todos esgotados...

Pouco tempo depois, o primeiro convite: “Caros pais, esperamos vocês para uma conversa na próxima quarta-feira. Gostaríamos de conversar sobre Menino”.

O que teria havido?

No dia e hora marcados, estava lá a mãe, toda preocupação. A professora, então, perguntou a ela se tudo estava correndo bem em casa, com Menino. Se havia algo fora do normal, um problema conjugal, a chegada de um irmão, ou outra questão. A mãe se surpreendeu: nada estava acontecendo fora da rotina. Muito apreensiva, a professora apontou para uma mesa onde espalhavam-se muitos desenhos infantis. Árvores verdes, de troncos marrons, em cujas copas surgia o vermelho de uma maçã. Bucolismo, doçura, meiguice, padrão. E, no meio das árvores de frondosas copas e maçãs vermelhas, um cachorro com o que um dia havia sido um gato na boca. Enquanto todas as crianças haviam desenhado as mesmas coisas por orientação dela, Menino desenhara um cão com um gato arrebentado na boca. A professora estava realmente preocupada. Suspeitava de um problema doméstico. A mãe não viu nisso grandes problemas, afinal, entendia o contexto: no dia anterior, Menino havia salvado o gato da vizinha do ataque de Fedorento, seu cachorro. Muito orgulhoso, apareceu na sala com o gato todo estropiado mas ainda vivo, contando esfuziante sua proeza salvadora dos animais. Mas a professora insistiu: “Tem certeza, mãe, que nada diferente está havendo? Porque há uma diferença gritante entre o comportamento de Menino e as demais crianças da turma...”. A mãe disse que não, que estava tudo bem. “Mas observe, mãe. Esteja atenta aos sinais que podem se transformar em comportamentos mais graves no futuro”.

Findada a conversa, foi a mãe embora para casa. Mas não foi sozinha. Foi ela e a pulga. Aquela.

Chegou em casa e foi logo perguntando por Menino. Chamou uma, chamou duas, chamou três vezes. Nada de Menino aparecer. Preocupada, chamou a vizinha para ver se ele estava por ali com as demais crianças. “Não, Menino não está aqui não. Estão todos jogando videogame ali na sala, menos Menino”. E eis que surge Menino: imundo, suado e com um ferimento gigantesco no joelho. Onde ele estava? Correndo na rua com Fedorento. “Estou te chamando há horas! Olha só como você está! Porque raios você não pode ser como todo mundo, Menino?!”.

Naquela noite, a mãe não dormiu... A pulga não deixou. Seria Menino uma criança diferente das demais?

A escola ainda chamou mais duas vezes a família para conversar. Menino não parecia se enquadrar à turma, aos hábitos, à escola. “Não se interessa pelas atividades propostas. Seus desenhos e sua linguagem são atípicos. Nosso psicopedagogo detectou um déficit de desenvolvimento, talvez relacionado à sua hiperatividade. Sugerimos, então, uma abordagem medicamentosa como forma de contornar sua dificuldade natural. Família nenhuma quer expor um filho a dificuldades graves futuras, não é mesmo?”.

E foi assim que o Menino prodígio, o Menino precoce, deixou para trás sua história como o filho pródigo para ser... o Menino problema. O Menino hiperativo.

A partir de então, Menino passou a ouvir repetidas vezes sua mãe e pai falando aos outros que ele era assim porque era hiperativo. Seus pais eram tudo que ele mais admirava na vida. Se eles falavam que ele era hiperativo, então é porque ele era hiperativo. Isso afetou sua autoestima, sua segurança, sua desenvoltura. Ele se sabia doente... Foi quando as coisas em sua vida começaram a mudar.

A mãe confiava na escola. A escola detinha anos de experiência. A mãe confiou no diagnóstico dado ali. Natural: uma mãe quer o melhor para seu filho. Uma mãe não quer que seu filho sofra. E ao ouvir a frase: “Família nenhuma quer expor um filho a dificuldades graves futuras” havia sido acionado aquele botão mágico de manipulação materna: a culpa.

A mãe não sabia... mas Menino não estava só. Antigamente, apenas entre 2 e 5% das crianças em idade escolar eram diagnosticadas como hiperativas. Hoje, esse valor está chegando a 30%. Uma prevalência dessa é maior que muitas doenças sérias, como a asma, a bronquite e até mesmo o câncer. Mas será mesmo que todos esses meninos e meninas diagnosticados possuem essa doença? Ou será que está havendo uma epidemia de diagnóstico, englobando inclusive o sadio como doença por incapacidade da escola de lidar com as diferenças?

A mãe não sabia... mas o que a escola estava fazendo não podia ser feito. Se a hiperatividade é uma condição neurobiológica dos domínios da psiquiatria, um diretor não pode diagnosticá-la. Um professor também não. Mesmo quando diagnosticado por um médico psiquiatra, é preciso cautela em aceitá-lo, porque existem profissionais de todos os tipos. E, no entanto, mais da metade das crianças diagnosticadas como hiperativas recebem o primeiro diagnóstico exatamente na escola.

O nome disso: medicalização da educação. É quando a inabilidade da escola de lidar com diferentes personalidades é interpretada como um problema de saúde mental. Afinal de contas, é muito mais fácil culpar a criança do que reformular a prática de ensino.

Um grupo importante de pesquisadoras da Unicamp relatou exatamente o que anda acontecendo em muitos outros lugares. Uma professora da primeira série de uma escola em Campinas, interior de São Paulo, chegou a encaminhar 10 crianças de uma classe com total de 31 alunos para serem avaliadas por profissionais do Serviço de Saúde Mental. Eu não sei para você, mas a mim faz muito mais sentido que essa professora não estivesse preparada para lidar com as diferenças dos alunos do que achar que quase metade da turma possuísse um transtorno psiquiátrico. Hiperatividade não se dá como gripe, que atinge todo mundo por infecção. A chance de que Menino, cheio de vida e absolutamente normal, fosse um desses 10 é grande...

Professores não são os vilões que fazem centenas de maus diagnósticos de caso pensado. Eles vêm sofrendo com décadas de desvalorização profissional e de rebaixamento hierárquico. A prática pedagógica tem sido vista como “inferior” há muito tempo. Ao se considerar capaz de oferecer diagnósticos que somente um profissional médico pode fazer, isso confere um aparente aumento de status. Mas o que acontece é exatamente o contrário: a depreciação ainda maior da educação em detrimento de outra área. A escola, aquele lugar onde se aprenderia, onde experiências incríveis seriam vividas, onde o brincar daria o tom da aprendizagem, transformou-se em rotulador e identificador de doenças, pautado pela identificação de distúrbios de aprendizagem. A epidemia de diagnósticos de hiperatividade que todos já sabemos que existe é extremamente prejudicial à nossa infância. Não somente aos meninos e meninas absolutamente saudáveis que estão sendo rotulados. Mas também àqueles que, de fato, apresentam reais problemas de aprendizagem. Afinal de contas, a atenção e o cuidado que deveria ser dada a essa criança passa a ser dividida entre centenas de crianças que não precisam.

Mãe e pai de Menino viveram muita angústia após o diagnóstico. A mãe chegou a dividir sua angústia em grupos maternos virtuais e lá encontrou diferentes opiniões. Havia quem a incentivasse a medicá-lo, dizendo que o mesmo tinha acontecido com seu filho e que a medicação havia melhorado tudo, um “santo remédio; agora ele aprende, se mantém sentado e todos têm paz”. Havia o depoimento da mãe que medicara seu filho, mas que desistira em função dos efeitos colaterais que havia observado, que tiraram dele sua característica natural e seu brilho no olhar. E havia quem sugerisse que nada de errado havia com Menino, que ouvi-lo era uma boa, que avaliar criticamente o método da escola era uma boa, que manter o diagnóstico como dúvida e não como verdade era uma boa, e que reformular sua rotina em casa era uma boa também.

Foi quando a família de Menino decidiu: não queria o diagnóstico. Decidiram tirar Menino daquela escola, que não o aceitava. Escolheram uma outra que oferecia aquilo que, de fato, tinha significado para o filho: valorização do natural, espaço para correr, professores de fato preparados para acolher as difenças. Em casa também reformularam muita coisa. Criaram mais situações em que Menino podia usar toda sua energia. Mudaram a iluminação da casa. Reduziram ruídos. Tiraram a televisão do período noturno. Cortaram os alimentos ricos em açúcar. Introduziram a música educativa no lugar da música sem sentido. Deram outro significado ao banho, como momento de descanso e relaxamento. Reduziram os estímulos visuais excessivos do quarto. Passaram a conversar mais, a fazer mais refeições juntos, a envolver Menino nas tarefas domésticas. Trocaram uma de suas três atividades extracurriculares por passeios contemplativos ao ar livre.

Não foi fácil. Não foi tranquilo. Não foi rápido. Mas foi recompensador.

Hoje, Menino é livre para continuar a ser quem sempre foi: aquela criança risonha e simpática que se interessa pela vida, de olhos cheios de um brilho radiante e cheio de energia. Sem rótulos. Sem drogas. Com orientação e envolvimento familiar, uma escola comprometida e muito, muito respeito pela pessoa que ele é. E não pela que querem que ele se torne. Afinal, ele é um cisne. Não um patinho feio.

Ligia Moreiras Sena, do blog Cientista que virou Mãe, é mãe de Clara, 3 anos. Conheça seu blog em: 

Texto publicado na portal globo.com no site Crescer, que convida blogueiros brasileiros para escrever a respeito do cotidiano dos seus filhos: